“Um Mundo Sem Trabalho Infantil” retrata as piores formas de exploração da mão de obra de crianças e adolescentes.

O juiz Hélio Grasselli, coordenador do JEIA (Juizado Especial da Infância e Adolescência) de São José do Rio Preto, vai inaugurar na próxima terça-feira, 24 de setembro de 2019, a partir das 10h, no Rio Preto Shopping, a exposição itinerante “Um mundo sem trabalho infantil”, que retrata as piores formas de exploração ilegal da mão de obra de crianças e adolescentes.

A mostra gratuita permanecerá em cartaz de 24/9 a 1/10 no Rio Preto Shopping (Av. Brg. Faria Lima, 6363 – Jardim Morumbi), que fica aberto de segunda a sábado, das 10 h às 22 h, e aos domingos das 12 h às 22 h. A partir de 01/10 a mostra estará no Fórum Trabalhista de São José do Rio Preto (Avenida José Munia, 5500 – Chácara Municipal), no horário de atendimento ao público, de segunda a sexta-feira, das 12 h às 18 h.

A iniciativa é do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região como parte das atividades do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e de Estímulo à Aprendizagem da Justiça do Trabalho. A exposição, que já foi exibida em cidades como Brasília, Curitiba, Ribeirão Preto, Presidente Prudente, Sorocaba, Bauru, Limeira, Campinas e Aparecida, entre outras, tem o objetivo de conscientizar a sociedade de que é preciso, com urgência, exigir o respeito aos direitos desses jovens, conforme estabelece a legislação brasileira, sobretudo a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A mostra retrata como ainda hoje, no País, crianças e adolescentes dos 5 aos 17 anos são submetidos a expedientes extenuantes, muitas vezes nas piores formas de trabalho infantil, em carvoarias, lixões, empregos domésticos e outras formas de exploração. O problema, entretanto, vai muito além de trabalhos perigosos e insalubres, incluindo atividades criminosas como escravidão, abuso sexual e exploração infantil, como a exposição também revela. A mostra é composta por 17 painéis, com destaque para o maior deles, de 10 m X 1,8 m, que traça uma “linha do tempo” sobre o trabalho infantil no País.

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