O diálogo aconteceu nos fóruns trabalhistas de São José do Rio Preto, Presidente Prudente e Araçatuba nos dias 3, 4 e 5 de Setembro de 2019, respectivamente. Em um giro pelas sedes de circunscrições do oeste e noroeste paulista, a presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, desembargadora Gisela Rodrigues Magalhães de Araujo e Moraes, deu continuidade à série de reuniões com os juízes de 1º grau do Tribunal.

Na reclamação trabalhista, ele afirmou que, havia sido sucessivamente transferido para as unidades de São José do Rio Preto, Pirangi, Cajobi e Nova Catanduva (SP) sem ter recebido o adicional previsto no artigo 469 da CLT.

O recurso de um profissional que não concordou com a prescrição intercorrente decretada pelo juízo da 3ª Vara do Trabalho de São José do Rio Preto. A Décima Câmara do Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) deu provimento.

Além de São José do Rio Preto, as unidades estão instaladas nas outras sete cidades-sede de circunscrição do Regional – Ribeirão Preto, Araçatuba, Bauru, Campinas, Presidente Prudente, São José dos Campos e Sorocaba – e nos municípios de Franca e Fernandópolis.

Já o Cejusc-JT de São José do Rio Preto se destacou pela quantidade de pessoas beneficiadas, 1.154. Tão importante quanto os números são as consequências desse esforço. Onde antes havia conflito, hoje há paz social, atingida por meio da comunhão entre trabalhadores e empregadores.

Só no TRT da 15ª Região serão cerca de 10.000 audiências agendadas até o dia 09 de Novembro. Cejuscs-JT de São José do Rio Preto e Ribeirão Preto participam.

Rodada de reuniões e palestras com empresários na sede do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, em São José do Rio Preto. O encontro foi promovido pelo JEIA em parceria com a Vara da Infância e da Juventude da Justiça Estadual e destinou-se a conscientizar empresários sobre a necessidade de contratação de aprendizes em condição de vulnerabilidade social.